SOBRE NÓS

História

  

A AFETA surgiu da inquietação de três profissionais que buscavam consolidar a aposta em uma atuação que pudesse transformar realidades a partir de práticas profissionais e acadêmicas pautadas em um tripé ético-político-afetivo. Neste sentido, a agência foi criada em meio a um intenso exercício reflexivo que colocava em questão, por um lado, o desejo de construir de forma coletiva ações que afetassem objetiva e subjetivamente a realidade de desigualdade social produzida no país; e por outro, o desafio da inserção em um universo de mercado sem, no entanto, tornar-se ferramenta de reprodução do capital.


Assim, a AFETA foi criada como uma agência que tem como objetivo a articulação e mobilização de projetos de comunidades, associações e entidades do setor público e privado, destinando-se à elaboração, mediação, implementação e/ou acompanhamento de propostas que visem atender às demandas da população e afetar a sociedade para a transformação. Para tanto, mantém como proposta o trabalho orientado para a promoção da autonomia, emancipação e o fortalecimento de práticas afetivas que potencializem a transformação de realidades.



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Porque Afeta?

Partimos do princípio de que o afeto corresponde a um dos maiores mobilizadores nas ações humanas. Afetar ou afetar-se, significa tocar o outro ou a si próprio, de modo a nos sensibilizarmos e nos impactarmos com a realidade que nos cerca e que nos constitui enquanto pessoas. O afeto, permite a apropriação desse mundo e contexto que nos rodeia e faz parte de quem somos e, a partir disso, é promovida a implicação para agir.  Dessa forma, levamos o Afeto como principal dispositivo de mobilização e transformação social.

O nome AFETA representa o nosso desejo de promover uma prática que se preocupe em tocar as pessoas e que, esse afeto compartilhado, possa ser combustível para práticas transformadoras. 


Enquanto agência, a Afeta busca viabilizar uma rede de conexões. A noção de agência aqui abordada propõe movimento, implica em agenciamento de possibilidades, em promoção de agentes coletivos que mobilizam o desejo de mudança. Neste sentido, as ações envolvem tanto elementos concretos, quanto construções que produzam caminhos alternativos para as distintas realidades. Para nós, a ideia de agência questiona a gestão sobre a vida, movimenta heterogeneidades, trabalha fluxos de ações, criando outros modos de se pensar e agir em sociedade.


Equipe

  • Fernanda Picinin Moreira


  • Lara Brum de Calais


  • Marcos Vinicius Lucas da Silva

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